Vereador voluntário
São Paulo está repleta de ''militantes'' de partidos políticos sacudindo bandeira, destribuindo santinhos e viagiando caveletes. Alternativa para quem está desempregado, os comitês estão pagando R$ 30 reais por oito horas de trabalho para quem estiver disposto a divulgar ou zelar - no caso dos cavaletes - a imagem do candidato. Tem candidato que prefere ir às ruas fazer sua própria campanha. No centro de São Paulo, onde é mais comum ver bandeiras e distribuição de santinhos, um candidato a vereador migrava de rua em rua de maneira improvisada com caixa de som e um microfone, discursando para os transeuntes apressados. Sérgio Olivastro, do PPS, falava de suas propostas, entre as quais, a de ''incentivar a prática do ''voluntáriado com doação do trabalho público'', ou seja, os vereadores ingressariam na política do municipio como voluntários cujo salário teria o mesmo valor de um trabalhador comum. Revoltado, o candidado mostrava dados impressionantes dos gastos da prefeitura para manter os vereadores. Um vereador recebe em São Paulo, entre salário, verbas adicionais e de gabinete, o valor de R$ 130.000,00 por mês! São mais de 1.077 assessores contratados que, somando aos 625 funcionários da Câmara, totalizam-se, 1.702. E tem mais, em janeiro haverá um aumento de 63%, além de rejuste de 265% aos sub prefeitos e secretários municipais. Impossível pensar que, diante de tantas regálias, um eleito virá a aceitar ser um humilde voluntário, recebendo simbolicamente um salário minímo, como nos paises desenvolvidos.
Bike nos faróis
São Paulo está repleta de ''militantes'' de partidos políticos sacudindo bandeira, destribuindo santinhos e viagiando caveletes. Alternativa para quem está desempregado, os comitês estão pagando R$ 30 reais por oito horas de trabalho para quem estiver disposto a divulgar ou zelar - no caso dos cavaletes - a imagem do candidato. Tem candidato que prefere ir às ruas fazer sua própria campanha. No centro de São Paulo, onde é mais comum ver bandeiras e distribuição de santinhos, um candidato a vereador migrava de rua em rua de maneira improvisada com caixa de som e um microfone, discursando para os transeuntes apressados. Sérgio Olivastro, do PPS, falava de suas propostas, entre as quais, a de ''incentivar a prática do ''voluntáriado com doação do trabalho público'', ou seja, os vereadores ingressariam na política do municipio como voluntários cujo salário teria o mesmo valor de um trabalhador comum. Revoltado, o candidado mostrava dados impressionantes dos gastos da prefeitura para manter os vereadores. Um vereador recebe em São Paulo, entre salário, verbas adicionais e de gabinete, o valor de R$ 130.000,00 por mês! São mais de 1.077 assessores contratados que, somando aos 625 funcionários da Câmara, totalizam-se, 1.702. E tem mais, em janeiro haverá um aumento de 63%, além de rejuste de 265% aos sub prefeitos e secretários municipais. Impossível pensar que, diante de tantas regálias, um eleito virá a aceitar ser um humilde voluntário, recebendo simbolicamente um salário minímo, como nos paises desenvolvidos.
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